domingo, 23 de dezembro de 2012


Um grande problema.


Eu, meu pai e minha mãe.Ano 1957. Inicio da familia.

quarta-feira, 28 de março de 2012

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Poesia

Me deixe dormir!!!

Ah! Poeta, me deixe dormir!
Neste palco da minha vida,
não quero mais ilusão sentir.

Vagando na rua dos sonhos,
vestindo-me de luzes,
com olhos risonhos.

E depois sentir o frio,
abastecendo o coração
com o desengano e o desafio.

No pio da coruja me entristeço,
lembrando velhos tempos,
em novelos que entreteço.

Em suas linhas frágeis,
tanta vida e formosura,
dissolveu-se em tramas voláteis.

O vento que me toca,
traz o sussurro dos tempos,
que nada, nem ninguém retoca.

Ah! Poeta...prefiro dormir.
A ter que abrir os olhos,
e de sonhos me despir.

No latido do cão distante,
evoco um tempo tão bom,
onde tudo era radiante.

No rosto amado, um sorriso.
Do abraço só ternura,
e o amar sempre preciso!

Veio depois o contraste,
nas palavras em torvelinho,
transformando tudo em traste.

Frágil sustento amoroso,
diluído na rotina do cotidiano,
nem mais Gardel, nem beijo guloso.

Os paturis não mais se amaram,
as lagartixas fugiram lépidas,
os vaga-lumes se apagaram.

No palco a lua entristeceu,
a natureza de luto se cobriu,
pois que um grande amor morreu!

Ah! Poeta, por favor
apague a luz...
deixe-me dormir!

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Poesia

Me deixe dormir!!!

Ah! Poeta, me deixe dormir!
Neste palco da minha vida,
não quero mais ilusão sentir.

Vagando na rua dos sonhos,
vestindo-me de luzes,
com olhos risonhos.

E depois sentir o frio,
abastecendo o coração
com o desengano e o desafio.

No pio da coruja me entristeço,
lembrando velhos tempos,
em novelos que entreteço.

Em suas linhas frágeis,
tanta vida e formosura,
dissolveu-se em tramas voláteis.

O vento que me toca,
traz o sussurro dos tempos,
que nada, nem ninguém retoca.

Ah! Poeta...prefiro dormir.
A ter que abrir os olhos,
e de sonhos me despir.

No latido do cão distante,
evoco um tempo tão bom,
onde tudo era radiante.

No rosto amado, um sorriso.
Do abraço só ternura,
e o amar sempre preciso!

Veio depois o contraste,
nas palavras em torvelinho,
transformando tudo em traste.

Frágil sustento amoroso,
diluído na rotina do cotidiano,
nem mais Gardel, nem beijo guloso.

Os paturis não mais se amaram,
as lagartixas fugiram lépidas,
os vaga-lumes se apagaram.

No palco a lua entristeceu,
a natureza de luto se cobriu,
pois que um grande amor morreu!

Ah! Poeta, por favor
apague a luz...
deixe-me dormir!
Autor desconhecido)

domingo, 2 de maio de 2010

O amanhã...

O amanhã,não sei se chegará como chegou o hoje. Mas com certeza eu e você não sabemos. Verdadeiramente o amanhã não saberemos se virá. O amanhã é duvidoso,o amanhã é incerto, o amanhã é futuro. Talvez não chegue,talvez não o receberemos,talvez não o viveremos.
Hum! Sobre o amanhã, poderemos deixar para lá. Então porque planejamos porque temos esperança? Sobre o amanhã, Eu digo não sei... Todos falam amanhã, Ah1 amanhã,bom amanhã,deixe para amanhã,vamos amanhã,sim amanhã.Se não temos a certeza,porque amanhã...Certamente eu penso que falamos amanhã porque não temos tempo hoje,porque não sabemos hoje,porque já nos cansamos hoje, então vamos ver amanhã, sabendo que não oderá nunca chegar amanhã. Amanhã nunca chega.O amanhã nunca chegar´,o que chegou foi o hoje e não o amanhã.Ficamos aguardando e ele nunca NUNCA chega porque ele é e sempre será o amanhã.
Sei, que o amanhã não existe, porque ele nunca chega, sempre será AMANHÃ.ENTÃO O AMANHÃ NÃO SEI SE VEM,OU SEJA ELE NUNCA VEM.RSRSRSRSR,Fique esperando, vai envelhecer e ele o AMANHÃ nunca chegará. Porque sempre será amanhã? Amanhã, Amanhã, Ah! Amanhã, cansei e ele não chega... Autoria de Deizy Helen de Pariz Xavier