Outra vez as coisas ficam fora de lugar.
Quando então começo a me sentir em casa e se o desejo é uma desordem um ¨mãos ao alto,fique onde está!¨
Sem alarde me recolho, escolho me calar.E nada vai desmorecer tudo que ainda somos toda a certeza que supomos,mas a vida lá fora, tá chamando agora e não demora!
Quem dá mais?
Na falta que a falta faz.
Outra vez meus olhos devem me denunciar.
Como não reparo no que me atrasa?
(Jay Vaques)
sábado, 22 de dezembro de 2007
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